sexta-feira, 17 de agosto de 2007

ROMA – FLORENÇA


Como estávamos a dormir muito próximos do Vaticano e da praça de São Pedro, aproveitamos e começamos o dia por aí mesmo, saímos de casa vimos a fila de aproximadamente 1000 metros para o museu do Vaticano, 80% eram japoneses, incrível a quantidade de Japoneses que existem em Roma.



A Praça de São Pedro (Piazza di San Pietro) situa-se em frente à Basílica de São Pedro, no Vaticano, foi desenhada por Bernini no século XVII em estilo clássico mas com adições do barroco. Ergue-se um obelisco do Antigo Egipto no centro. O estilo clássico pode ser apreciado na colunata dórica que enquadra a entrada trapezoidal para a Basílica e a grande área oval que a precede.


A parte oval da praça reflecte o estilo barroco, próprio da época da Contra-Reforma.
O obelisco central tem 40 metros de altura, incluindo a base e a cruz no topo. Data do século XIII A.C. e foi trazido para Roma no reinado do imperador Nero. Está no lugar actual desde 1585 sob ordem do Papa Sisto V. Bernini complementou a colocação do obelisco com uma fonte em 1675.


Quase todos os visitantes que chegam ao Estado do Vaticano visitam primeiro a Praça, uma das melhores criações de Bernini, que o romancista francês Stendhal chamou «a arte da perfeição».
Permanecemos na praça o tempo suficiente para sentirmos o ambiente e guardarmos o momento dentro de nós e pouco depois partimos para o próximo monumento, a praça de Espanha.


Fomos de metro para vermos como era o metro de Roma e porque nos fundo continua a ser o melhor meio de transporte de qualquer grande metrópole, e chegamos a Praça de Espanha.


A Piazza di Spagna, em português traduzido para Praça da Espanha, é um dos mais deslumbrantes locais da cidade de Roma. Ponto de encontro diurno e nocturno de romanos e turistas, tem uma escadaria monumental em três secções, seguida na secção central por outras escadas que sobem nas laterais e levam à igreja de Trinità dei Monti.


A construção da escadaria deve-se ao arquitecto Francesco de Sanctis (de 1723 a 1726) às custas do embaixador da França, Etienne Gueffier. A fonte no centro da praça, na forma de um barco (Barccacia), é afectuosamente chamada pelos romanos de La Barcaccia, ou velha banheira. É atribuída a Gian Lorenzo Bernini ou ao seu pai Pietro Bernini e foi feita em 1627 - 1629, nessa mesma época em que o rio Tibre transbordou e diz-se que suas águas trouxeram um barco até este local!


Pouco depois partimos para o próximo destino, o Coliseu. O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, deve o seu nome à expressão latina Colosseum (ou Coliseus, no latim tardio), devido à estátua colossal de Nero, que ficava perto a edificação. Localizado no centro de Roma, é uma excepção de entre os anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitectónico. Originalmente capaz de albergar perto de 50 000 pessoas e com 48 metros de altura, era usado para variados espectáculos e demorou entre 8 a 10 anos a ser construído.


É de facto, um obra imponente e pensar em tudo o que dentro do recinto se passou é arrepeiante! O Coliseu foi utilizado durante aproximadamente 500 anos, deixando de ser usado para entretenimento no começo da era medieval, mas foi mais tarde usado como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão. Embora esteja agora em ruínas devido a terremotos e pilhagens, o Coliseu sempre foi visto como símbolo do Império Romano, sendo um dos melhores exemplos da sua arquitectura.


Actualmente é uma das maiores atracções turísticas em Roma e ainda tem ligações à igreja, com o Papa a liderar a procissão do '"O caminho da Cruz" até ao Coliseu todas as sextas-feiras santas.


Depois do coliseu almoçamos e ainda antes de partirmos para Florença fomos a mais dois locais, a Praça de Veneza e a Fontana de Trevi.


A Praça de Veneza (Piazza Venezia), no sopé da colina do Capitólio, é considerada o centro do tráfego citadino. Ao lado da praça rectangular ergue-se o imponente Vittoriano, o Monumento Nacional a Vítor Emanuel II, também chamado Monumento ao Soldado Desconhecido, no seu interior alberga um museu da história militar e bélica da Itália, é jocosamente referido pelos romanos como a Máquina de escrever, pela sua forma, ou "Bolo de Noiva" e "Elefante Branco", devido à sua cor: um branco imaculado que contrasta com o branco "sujo" das ruínas romanas.


O lado ocidental da praça é ocupado pela fachada renascentista do Palácio Veneza que foi, por um breve período, palácio papal e, entre 1564 e 1797, sede da representação da Repubblica Serenissima, cognome atribuído pelos Estados Pontifícios. A fachada deste edifício pertence à memória dos habitantes, já que era nas suas varandas que Benito Mussolini fazia os seus discursos, nos anos do fascismo. Actualmente é um museu.

Por ultimo e antes de partirmos para Florença fomos a Fontana di Trevi.
A Fontana di Trevi (Fonte das trevas, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi em Roma.

A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No séc. 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 km da cidade. (Esta cena é representada em escultura na própria fonte, actualmente). A água desta fonte foi levada pelo maior aqueduto de Roma e serviu a cidade mais de 400 anos.

Posto isto arrancamos para Florença.
Chegados a Florença instalamo-nos no hotel que tinha um ambiente muito jovem, era só malta com o mesmo fim que nós, ou seja andavam também por essa Europa fora, as paredes estavam todas decoradas com pinturas e dizeres de pessoas que iam deixando o testemunho da sua presença e o hotel em si tinha uma arquitectura “sui geniris”.


Decidimos ir jantar e enquanto caminhávamos vimos como Florença tem um ambiente especial, o ambiente é de vila não de cidade, não se sente o ambiente de uma metrópole, caminha-se a pé, as ruas são muito limpas, muitas praças com artistas de diferentes áreas como pintura de diferentes tipos, musica de diferentes povos, etc., sente-se a tranquilidade das pequenas localidades...

Sentamo-nos para jantar, eu e o João pedimos Espaguete a carbonara e o David uma vez mais foi enganado com uma Pizza, mas não foi o David o único enganado, para grande surpresa nossa, tivemos de, para alem do já habitual serviço, pagar os talheres, coisa que nunca tinha visto, mas mais tarde viemos a confirmar que é usual em Itália cobrarem este serviço.

5 comentários:

Viagens Lacoste disse...

Parabéns ao teu excelente blog. Li alguns posts sobre as tuas/vossas viagens, eu próprio um viciado em viagens. Também tenho um blog onde tento dar algumas dicas para se viajar em low cost.
Mais uma vez parabéns

Júlio disse...

Olá Luís,

Pretendo ir ao Vaticano nos finais de Junho, e de carro! Gostaria que, se possível, me desse umas indicações, por exemplo, onde dormir em Roma.
Por favor, envie-me um mail para conversarmos.

Abraço e obrigado.

Júlio Rocha

figueiredo.donas@gmail.com

Nirvair disse...

Olá Luis!!
Gostei muito do teu post... eu e mais duas amigas vamos de mochilinha às costas para Roma em Agosto.. ;) Qual o hostel em que ficaste? Recomendações? Grazie mille*** Un bacio

Trufas disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Sara disse...

Acho que o ano eu vou ter que viajar até lá para ver e aprender um pouco da família do meu marido, eu espero que ele possa fazê-lo, agora eu só estou tentando viajar para a Argentina na esperança de encontrar algum apartamento em 4rentargentina