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domingo, 5 de agosto de 2007

LJUBLIANA – ZAGREB – PLITVICE

Acordamos de manhã, já tarde e fizemos o chek out do Campus universitário, montes de pessoal jovem que andavam como nós, pela Europa!

Fomos ver a cidade agora de dia, e confirmou-se a ideia com que tínhamos ficado na noite anterior quando chegamos, ou seja, a cidade era mesmo lindíssima!

Já com um pouco de fome de andarmos a passear pela ruas da cidade decidimos e experimentar as iguarias Eslovenas, e mais uma agradável surpresa, os doces Eslovenos são excelentes, pedimos tartes e todas elas estavam muito boas!

Imagem do centro da cidade

Ainda antes de partirmos de Ljuliana fomos visitar o castelo, também muito bonito, bem no alto da cidade como é apanágio óbvio dos castelos!

Mesmo no centro do castelo um sofá vermelho ao qual não resistimos.

Partimos então para Zagreb, outra cidade que não estava inicialmente no planeamento mas que decidimos dar um saltinho lá visto ficar de caminho.

Na fronteira com a Croácia, a Sarita ainda stressou com o ar sério do policia da fronteira, mas tudo correu bem... Estavamos a pisar território Croata! :o)

lá fomos e já próximos da cidade tivemos alguma dificuldade em dar com o centro pois eu já não me lembrava bem como se chegava ao centro da cidade.


Chegados ao centro de Zagreb demos uma voltinha para ficarmos com uma ideia do centro, a cidade tambem não é muito grande, e formos comer um amburger e uma maçaroca que um senhor simpático estava a fazer numa rua.

Ja com a barriguinha cheia, partimos para o destino final do dia, os lagos Plitvice, que pelas fotos que fomos vendo antes de iniciarmos a viagem tinham uma agua inacreditavel...

Chegamos já de noite pelo que não foi possivel ficar-mos com uma primeira ideia de como seriam os lagos, mas chegamos bem, montamos as tendas, jantamos, e começamos a escrever este diário :o)

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

ZAGREB - BUDAPESTE

Depois de um café matinal na praça do Rei,




fomos agradavelmente surpreendidos com uma loura croata do posto de Turismo que falava um português fantástico e que nos recomendou as “coisas mais lindas para ver” em Zagreg como ela disse, após a passagem pelo posto turístico encontramos um belo mercado de Flores que ficava por traz da praça do Rei.


Ainda a anteceder a nossa partida para Budapeste fomos visitar a Catedral local e depois arrancamos.



Depois da Catedral ainda demos mais uma volta pela praça central, onde cada pessoa exibia a sua mais brilhane faceta :o)



Vista do nosso quarto em Zagreb.

Ao entrarmos na Hungria somos forçados a utilizar algumas estradas locais, pois a rede de auto-estradas locais ainda não está finalizada. Na primeira localidade que encontramos paramos para meter gasolina, o ambiente era extremamente rural e o parque automóvel transportáva-nos para o tempo do ouro :o)


Depois da dificuldade de dialogo por ninguém falar outra língua senão Húngaro lá conseguimos a gasolina e os mantimentos para seguirmos viagem até Budapeste.


A entrada em Budapeste é deslumbrante, á medida que vamos avançando em direcção ao centro vamos sendo surpreendidos por uma sucessão de edifícios das mais variadas estruturas arquitectónicas cada um mais imponente que o anterior.

Decidimos então começar a procura de alojamento recorrendo ao posto de informações, somos rapidamente confrontados com o facto de que cada posto de informações tem a sua rede de contactos provavelmente com a coisa já negociada.

Depois de regatear um pouco lá conseguimos um pequeno apartamento em plena baixa de Peste por 50 euros noite. Só temos de esperar que chegue o dono da casa para nos levar até lá.
È então que conhecemos o Marius, um Sírio que gere uma loja de câmbios mas arranjava-nos quartos, marijuana, tours pelas pelas “light clubs” e tudo o que fosse preciso. :o)

A entrada da casa é pelas traseiras de um prédio que era um hotel da parte da frente e tinha um alarme que sempre que entravamos disparava e começava a apitar.
A casa era um anexo onde ele ia metendo uns turistas e com a ajuda de uma senhora já de idade que fazia a limpeza ia ganhando uns trocos. Depois de ainda termos tentado negociar o valor da segunda noite lá pagamos o dinheiro da segunda noite, de uma forma discreta que o Marius estava sempre alerta e meio desconfiado que alguém o estivesse a ver!

Depois de alojados fomos beber um copo a uma esplanada e dar uma volta pela avenida principal onde mais um caricato incidente nos aconteceu.
Quando íamos descontraidamente a andar somos abordados por duas raparigas com um mapa na mão a pedirem-nos orientações para como chegar a um restaurante, obviamente não saibamos onde era mas tentamos ajudar pelo mapa que traziam na mão, ali estivemos a tentar perceber pelo mapa onde era e conversa puxa conversa o assunto afastou-se da localização do restaurante e conversa puxa conversa já nos estavam a levar para beber um copo, obviamente era prostitutas, mas com uma sabedoria e uma forma de abordagem que não dá para desconfiar inicialmente, começamos a conversar com elas e inocentemente nem nos apercebemos, só mais tarde, quase que ficando chocados noa apercebemos.
Pouco depois voltamos para casa e fomos dormir.

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

VENEZA – TRIESTE – LJUBLIJANA - ZAGREB


Levantamo-nos de manhã no parque de campismo da Fuzina, o tal que na estrada de acesso eram só prostitutas, e facto estranho, eram praticamente todas de raça negra, leva-nos a pensar acerca das preferências em termos de mulheres dos Italianos.
Quando ouvi o telemóvel do Jorge tocar para acordarmos nem queria acreditar, já eram 8 da manhã, e parecia que nos tínhamos deitado a 1 minuto atrás. Levantamo-nos e fomos a casa de banho, aproveitamos e colocamos os telemóveis a carregar.

Posto isto, recolhemos a tenda, fomos pagar o parque e dirigimo-nos para o centro de Veneza.

Chegados a zona dos estacionamentos, como o parque do dia anterior estava cheio, tivemos de procurar outro e esse outro foi um com características sui generis, pois os carros eram estacionados todos em bloco juntos uns aos outros, quando o carro de traz tinha de sair todos os da frente tinham de ser retirados do parque, e assim foi, deixamos a chave do carro para o tipo poder andar também com o nosso para trás e para a frente á medida das necessidades.



Depois de estacionados fomos tomar o pequeno almoço para uma praça tipicamente Veneziana, onde o chão era em pedra já desgastada pelo tempo e erosão e as paredes que circundavam a praça com cores, também envelhecidas pelo tempo mas mantendo os tons fortes. Comemos duas sandes de presunto e queijo que estavam deliciosas com dois galões.


Posto isto fomos apanhar o barco que no levava pelo grande Canal até a praça de São Marcos. Mais uma vez ficamos impressionadas com a beleza da cidade, se bem que não teve o mesmo impacto que no dia anterior a noite quando chegamos e tivemos o primeiro contacto com a cidade.



E curioso que apesar de durante o dia existir mais luz ficamos com a sensação que existe mais cor durante a noite.



Chegados a praça de São Marcos estivemos a apreciar tudo o que nos envolvia, as pessoas, os comerciantes, os pombos que são aos milhares e toda a envolvencia da praça.



Posto isto voltamos a apanhar o barco para irmos ver a ponte do Realto, onde ouvimos um guia turístico estar a explicar a um grupo de turistas portugueses que 90 % dos turistas faz o percurso de barco entre a ponte do Realto e a praça de São Marcos.



Vista a Ponte do Realdo decidimos ir-nos encaminhando a pé para o local onde tínhamos o carro, passamos por uma zona com muitas lojas onde dei uma vista de olhos aos óculos, mas em vez de uns óculos compramos uns recipientes de fruta para comer no momento compostos por melancia, ananás e papaia.

Uma coisa que nos impressionou foi a logistica em termos de transportes que é totalmente feita por agua.



Posto isto dirigimo-nos ao carro e partimos na direcção de Trieste, cidade já próxima da fronteira com a Eslovénia que ao nos aproximarmos deparamo-nos com uma paisagem lindíssima sobre o mar Adriático, é fabuloso ver o Adriático da zona onde se entra na cidade. Nesta cidade apenas paramos para comer uma pizza e planearmos a viagem até Zagreb.

Já a caminho de Zagreb uma agradável surpresa, a Eslovénia é lindíssima, faz lembrar os Açores, campos muito verdes e montanhosos mas ao mesmo tempo uma floresta muito organizada e limpa. Ficamos espantados por diversas vezes ao longo da viagem termo-nos deparado com veados em liberdade nessas mesmas florestas. As casas têm uma arquitectura que fazem lembrar as casas do norte da Europa com os telhados de xisto e muito verticais. As povoações são raras e quando existem, surgem de uma forma organizada e localizada.


Para concluir, de referir que a Eslovénia é sem dúvida um país a rever, pois ficamos com a sensação que existe muito mais por descobrir em termos de paisagem natural.

Depois das últimas placas eslovenas começamos a ver o posto fronteiriço Croata. Na primeira paragem, finalmente foi preciso o passaporte que estava arrumado em parte incerta na montanha de malas no banco do Panda. Ultrapassada a primeira barreira e já com a máquina fotográfica posta o primeiro flash foi na bandeira croata que esvoaçava entre os dois check points, big mistake. No segundo posto depois de confirmarem que não percebíamos uma sílaba de croata, o guarda lá começou em Inglês “ Did you take pictures of the flag? Stop the car over there”. E nós de imediato dissemos um para ou outro, o que é que aquela placa quer dizer? Explicou-nos o guarda depois, que quer dizer ”É proibido tirar fotografias na fronteira, sob ordem de prisão” , bem, mas depois daquele filme todo, parecia que o guarda apenas quis dar uma espreitadela ao modelo da máquina, apagamos a fotografia da bandeira, ele ainda deu uma vista de olhos as outras fotografias, e depois ajudou-nos a seguir o caminho certo.

A imagem da cortina de ferro foi-nos acompanhando ao longo da estrada no inicio da Croácia, mas ao chegarmos a Zagreb vimos claramente que era uma imagem errada, a cidade é limpa, organizada e moderna, cheia de gente bonita e jovem, já com as principais marcas comerciais multinacionais ( A entrada da cidade existe uma rua que é composta de um lado e de outro por enumeras destas empresas ).

Depois da primeira volta de reconhecimento procuramos um sitio para dormir, os hotéis são caros e o parque de campismo era numa outra cidade satélite. Acabamos por ficar na Buzz Back Pachas, uma espécie de pousada da juventude gerida por um Japonês. O hostel tinha boas condições, mesmo no centro da cidade e pagamos 10 Euros por pessoa. Estivemos um pouco a conversa com o Japonês e pouco depois fomos para a cozinha petiscar o que tínhamos comprado ainda antes de sairmos de Itália, umas baguetes, queijo, chouriço, cerveja e um género de pickles sugeridos pelo Jorge baseado na experiência que tinha de quando esteve na Bélgica, eram deliciosos de facto!

Posto isto fomos dar uma volta a uma rua que ficava próxima do hostel e era a zona dos bares, apesar de haver pouca gente nas ruas a sensação é de se estar em segurança. À medida que fomos avançando já na rua central, depois de termos passado as primeiras ruas demos com uma pequena rua muito acolhedora onde não existiam carros e onde existiam pequenos bares e cafés de ambos os lados da rua, decidimos ir beber uma cerveja e ali ficamos à conversa durante algum tempo. Pouco depois voltamos para o nosso hostel onde ainda estivemos à conversa com outro japonês que também lá estava hospedado e já tinha estado em Lisboa, pouco depois fomos dormir.