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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

BARI – POMPEIA - ROMA

Saímos do Ferry as 10.30 e fomos ao Carrefour comprar um cartão de memória pois já tinha os meus todos cheios e ainda faltavam alguns dias para registar.


Aproveitamos e compramos qualquer coisa para comer...( Um frango no churrasco, que viríamos a comer em plena Pompeia, sob o olhar atento de dois policias )
Quando nos dirigimos a caixa para pagar, mais um acontecimento insólito, as empregadas não sabiam falar inglês e envergonhadas com o facto só sabiam, rir, rir e rir :o)

Posto isto lá demos inicio ao nosso percurso na direcção de Pompeia.



Chegados a Pompeia e depois de termos passado uma região muito montanhosa de Itália e já para o fim sempre acompanhados do nosso lado esquerdo pelo monte Vesúvio,


antes de irmos conhecer a cidade, ou o que resta dela, decidimos então comer o tão merecido frango, encostamos numa estrada a sombra e lá comemos o frango, já no fim um carro da Policia parou a um metros de nós, dirigimo-nos a eles dizendo que iríamos já embora, mas eles simpaticamente disseram-nos para estarmos a vontade e que a razão da sua paragem ali nada tinha a ver com a nossa presença. ( Muito simpáticos mesmo! )

Posto isto lá fomos comprar os bilhetes para irmos conhecer Pompeia ( 12 Euros pax).
Pompeia foi mais uma agradável grande surpresa, não imaginávamos que tudo estaria ainda tão intacto,


os 1600 anos que a cidade esteve subterrada, conservou muito do que existia e sentimo-nos como se cada momento estivesse a ser vivido a 2000 anos atrás, é incrível, as paredes com pinturas estão intactas,



as casas pessoais estão intactas, igrejas, e outros edifícios de carácter publico mantêm-se, as ruas permanecem como eram,



o rodado das carroças é perfeitamente visível no empedrado das estradas á época do Império Romano,


muitos objectos utilizados naquela época continuam lá,


enfim a cidade está lá, simplesmente não está habitada, é mesmo impressionante estar ali. Outra coisa que também impressiona são os corpos dos habitantes á época que se encontram exactamente na posição em que morreram no momento em que o Vesúvio decidiu lançar as suas cinzas e lava, alguns corpos com a mão na boca,



deveria ser para conseguirem respirar melhor naquele fumo de cinzas, outros corpos em posição Fetal, que tudo leva a querer estariam a dormir... Pompeia foi uma grande surpresa, sem duvida!


Pompeia vista, arrancamos na direcção de Roma, era lá que iríamos dormir nessa noite, chegados a Roma uma primeira constatação, Roma é enorme e ia-mos ter grandes problemas para encontramos o Hotel, após algum tempo ás voltas a tentarmos encontrar o hotel, decidimos pedir ajuda e tivemos a sorte de dar com um tipo impecável que nos levou até praticamente ao nosso “Bed and Breakfast”.

Instalamo-nos e a dona, uma senhora muito “gira” que estava com uma amiga também muito “gira” indicaram-nos um sitio para irmos jantar, onde elas também lá estariam, ainda nos sentimos tentados a aceitar o convite, mas bastante cansados, decidimos antes ir comer umas sanduíches e umas cervejas italianas, ali por perto, que por acaso eram excelentes, fomos ainda a um bar logo ali perto também, e ficou-nos na memória aqueles aperitivos de banana frita que acompanhados por mais uma cerveja estavam deliciosos!

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

ATENAS – DELFI – BARI

O João acordou cheio de sono, resmungão e borbulhas das melgas durante a noite. Arrancamos no sentido de Patras, uma localidade Grega onde iríamos apanhar o Ferry para Bari as 17.30, mas saímos cedo porque ainda queríamos passar por Delfi, um outro local histórico da Grécia e lá partimos nós por volta das 9.00 da manhã.

Chegados a Delfi andamos um pouco a deriva, pois o nosso conhecimento histórico do local era nulo, a antiga cidade fica numa região muito montanhosa entre dois enormes vales.


Limitamo-nos a observar, vimos o estádio ( um espaço diferente daqueles a que estamos habituados, fazia pensar como seria que tudo se passaria ali, as alegrias e tristezas que foram ali sentidas )


Outra coisa que vimos mas que também, não sabemos explicar eram uns pilares cilíndricos com alguma imponência, levou-me a querer que seria ali que se realizavam as cerimonias de maior importância.


Posto isto, pouco depois decidimos arrancar para Patras pois já eram quase 14.00 horas e tínhamos de lá estar antes das 17.00.



Quando nada fazia prever, eis que nos deparamos com a paisagem natural mais bonita de toda a viagem e sem duvida as praias mais bonitas que vi até hoje, nas enseadas dos vales do mar Egeu a água era completamente cristalina e o ambiente florestal, inóspito e montanhoso pintava um quadro daqueles que sempre imaginamos de sonho e só pensava, como se chamará esta zona? isto é lindo. Quero estar aqui 15 dias!



Chegados a Patras fomos a descoberta do Porto onde iríamos apanhar o Ferry para Bari e assim foi, entramos com o carro para dentro do porão do barco, pelo meio ainda a confusão com a guarda costeira por termos bilhetes para 4 pessoas quando éramos apenas 3, mas lá explicamos e correu bem.
Já instalados dentro do Ferry, que mais tinha aspecto de ter sido durante muitos anos cruzeiro, onde tudo era caríssimo, mas tinha piscina, restaurante, bar, discoteca, casino, etc., mas com empregados muito antipáticos, lá fizemos a nossa viagem com destino Bary.

Pelo meio ainda paramos em mais uma ilha para entrarem e sairem pessoas do Barco.


e observamos um fim de tarde lindíssimo com o sol a pôr-se por entre ilhas Gregas e um vento quente e frontal que nos empurrava para traz!